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Primeira República: elite agrária e a política da economia cafeeira Parte 3

Primeira República: elite agrária e a política da economia cafeeira Parte 3

 

Revolta da Chibata

Revolta da Chibata – João Cândido

A Revolta da Chibata foi um motim organizado pelos soldados da Marinha brasileira que ocorreu em 1910. Os marinheiros estavam revoltados por causa dos castigos físicos (chibatadas). Nesta revolta quem se destacou foi João Cândido, que era o líder do motim.

A Abolição da Escravatura, em 1888, libertou os escravos, mas não rompeu com a mentalidade escravista e racista da época. Como consequência, o Brasil entrou no período Republicano com uma estrutura social e econômica marcada pela marginalização dos negros. Essa mentalidade escravista repercutiu até na Marinha. A maioria dos marinheiros de baixa renda era negros e mestiços que recebiam baixos salários, eram mal alimentados e recebiam castigos físicos, penalidade que, apesar de proibida, continuava sendo praticada. Estas condições levaram a ocorrer a revolta da Chibata. (caiu em concurso – Ano: 2023 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Unaí – MG);

Primeira República: elite agrária e a política da economia cafeeira Parte 2

Primeira República: elite agrária e a política da economia cafeeira Parte 2

 

1.898 a 1.902 – Segundo presidente civil – Campos Sales

Política dos governadores:

Imagem retirada do concurso: Ano: 2022 Banca: INSTITUTO AOCP Órgão: Câmara de Bauru – SP

A política dos governadores, ou política dos estados, foi um acordo durante os primeiros anos da República Velha (1889-1930).

Ela mostrava o poder das oligarquias estaduais na primeira república. Onde o Governo Federal apoiava os governos estaduais sem restrições e, em troca, eles faziam uso de seus coronéis (ver coronelismo) e elegiam bancadas pró-Governo Federal, de forma que nem o governo federal, nem os governos estaduais, enfrentassem qualquer tipo de oposição.

Da Independência à República – 10 Questões Gabaritadas

Da Independência à República – 10 Questões Gabaritadas

Bom se você assistiu os três vídeos da série sobre Da Independência à República, acertará todas as questões facilmente.

Se gostar destas questões é só dar um like e fazer um comentário, que farei mais vídeos de questões que caíram em concursos recentes sobre este assunto.

Caso queira baixar estas questões para praticar depois, eu sempre coloco um link nas descrições abaixo do vídeo onde você pode copiá-las. Reforçando que em todos os meus vídeos eu dou esta opção.

Da independência à República – Parte 2 – Formação do Brasil contemporâneo

Da independência à República – Parte 2 – Formação do Brasil contemporâneo

 

Complementação da parte 1 Da independência à república.

Fiz uma análise de dezenas de questões de 2024, 2023 e 2022 e percebi que alguns assuntos relevantes do período que abordei no vídeo anterior ficaram de fora. Por isso, este vídeo é uma complementação da parte 1.

Caso preferir, no vídeo abaixo tem esta postagem em áudio e vídeo

Da independência à República – Formação do Brasil contemporâneo

REALIDADE BRASILEIRA

1 Formação do Brasil contemporâneo:

1.1 Da independência à República.

Caso preferir, no vídeo abaixo tem esta postagem em áudio e vídeo

O edital do CNU (Concurso Público Nacional Unificado) 2024, deixa claro que o conteúdo que será cobrado é após a independência do Brasil, mas para podermos entender os motivos que levaram à independência, acho necessário um conhecimento básico mínimo do que ocorreu no Brasil antes da independência.

Aqui farei um resumo dos eventos relevantes que acho necessário para entender como foi a formação do Brasil.

Direito à Igualdade. Direitos e Garantias fundamentais

Direitos e Garantias fundamentais

Direito à Igualdade.

Caso preferir, no vídeo abaixo tem esta postagem em áudio e vídeo

O direito da igualdade ou da isonomia, pode ser classificado em igualdade formal e igualdade material;

Igualdade formal:

No artigo 5º da constituição Federal diz:

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade;