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Substantivo

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Substantivo:

Substantivo: classificação, formação, flexão e emprego

Substantivo:

É a palavra variável que denomina qualidades, sentimentos, sensações, ações, estados e seres em geral.

 

Classificação

Já quanto a sua classificação, ele pode ser comum (cidade) ou próprio (Curitiba), concreto (mesa) ou abstrato (felicidade).

 

Substantivos comum e próprio

Substantivo comum

Substantivos comuns são palavras que designam genericamente, sem especificar, seres da mesma espécie, que partilham características comuns. São escritos com letra minúscula.

Exemplos de substantivos comuns:

Pessoas: menino, criança, pai, mãe, homem, mulher, tia, avô,…

Objetos: garfo, faca, computador, cama, mesa, porta, pregador,…

Animais: cachorro, gato, cobra, tatu, tucano, papagaio, urso,…

Plantas: girassol, malmequer, samambaia, capim, macieira,…

Frutas: banana, uva, maracujá, goiaba, laranja, abacaxi,…

Lugares: país, cidade, planeta, município, bairro, estado,…

Acidentes geográficos: rio, baía, montanha, serra, vulcão,…

Fenômenos: noite, dia, chuva, vento, brisa, tempestade, furacão,…

Seres imaginários: fada, bruxa, duende, sereia, lobisomem,…

Dentre os diversos tipos de substantivos, os substantivos comuns distinguem-se principalmente dos substantivos próprios. Estes designam os seres de forma específica, individualizando-os dentro de sua espécie.

 

Substantivo próprio

Substantivos próprios são palavras que designam seres individuais e específicos, particularizando-os dentro de sua espécie e distinguindo-os dos restantes. São escritos com letra maiúscula.

Exemplos de substantivos próprios:

Nomes de pessoas: Flávia, Ricardo, Felipe, Tiago,…

Nomes de animais: Rex, Bolinha, Fifi, Bidu,…

Nomes de cidades, países, continentes,…: Brasil, Londres, Europa, Curitiba,…

Nomes de rios: Amazonas, Tietê, Nilo, Sena,…

Nomes de acidentes geográficos: Cordilheira dos Andes, Baía de Guanabara, Serra da Mantiqueira,…

Nomes de festividades: Natal, Carnaval, Páscoa,…

Nomes de entidades: Organização das Nações Unidas, Ministério da Previdência Social, Organização do Tratado do Atlântico Norte, …

 

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Substantivos concreto e abstrato

 

Substantivo Concreto

Substantivos concretos são palavras que designam seres com existência própria, que existem independentemente de outros seres, como objetos, pessoas, animais, vegetais, minerais, lugares, … Designam seres existentes no mundo real ou seres fictícios e imaginários cujo conceito é do conhecimento comum, como fadas, bruxas e figuras folclóricas.

Exemplos de substantivos concretos:

Objetos: mesa, tapete, colher, televisão, celular, …

Pessoas: mãe, pai, homem, mulher, Paula, Rodrigo, médica, motorista,…

Animais: cachorro, gato, pássaro, cobra, tartaruga, peixe,…

Frutas: banana, uva, maracujá, goiaba, laranja, abacaxi,…

Plantas: samambaia, capim, ipê, girassol, macieira,…

Lugares: Brasil, Rio de Janeiro, Copacabana, África, Marte,…

Fenômenos: noite, dia, chuva, vento, brisa,…

Seres imaginários: fada, bruxa, diabo, duende, sereia, lobisomem, saci-pererê,…

Embora tradicionalmente os substantivos concretos sejam encarados como opostos de substantivos abstratos, atualmente é defendida a existência de diferentes graus de concretude e abstração, que substitui a anterior ideia de oposição. Assim, mediante o contexto frásico em que estão inseridos, os substantivos podem ser mais ou menos concretos ou abstratos.

 

Substantivo Abstrato

Substantivos abstratos são palavras que designam seres sem existência própria, que dependem de outros seres para existirem. Designam conceitos, conceptualizações abstratas e realidades imateriais. Indicam qualidades, noções, estados, ações, sentimentos e sensações de outros seres.

Exemplos de substantivos abstratos:

Qualidades: honestidade, bondade, beleza, inveja,…

Noções: tamanho, peso, altura, cor,…

Estados: velhice, ilusão, pobreza, doença…

Ações: arrumação, viagem, crescimento, compra,…

Sentimentos: saudade, amor, alegria, tristeza,…

Sensações: fome, sede, calor, enjoo,…

Diferenciação entre substantivos abstratos e concretos:

Muitos substantivos podem ser variavelmente abstratos ou concretos, conforme o sentido em que se empregam.

a redação das leis requer clareza (noção – abstrato)

na redação do aluno, assinalei vários erros (objeto – concreto)

Qual a imagem que você tem dela? (noção – abstrato)

A imagem do leão será emoldurada. (objeto – concreto)

 

Formação

Quanto a sua formação, o substantivo pode ser primitivo (jornal) ou derivado (jornalista), simples (alface) ou composto (guarda-chuva).

Primitivo e derivado

Meu limão meu limoeiro,

meu pé de jacarandá…

O substantivo limão é primitivo, pois não se originou de nenhum outro dentro de língua portuguesa.

Substantivo Primitivo: é aquele que não deriva de nenhuma outra palavra da própria língua portuguesa.

O substantivo limoeiro é derivado, pois se originou a partir da palavra limão.

Substantivo Derivado: é aquele que se origina de outra palavra.

Simples e composto

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Chuva  – água caindo em gotas sobre a terra.

O substantivo chuva é formado por um único elemento ou radical. É um substantivo simples.

Substantivo Simples: é aquele formado por um único elemento.

Outros substantivos simples: tempo, sol, sofá, etc.

O substantivo guarda-chuva é formado por dois elementos (guarda + chuva). Esse substantivo é composto.

Substantivo Composto: é aquele formado por dois ou mais elementos.

Outros exemplos: beija-flor, passatempo.

 

Flexão

Por ser palavras variáveis, os substantivos podem se flexionar em: gênero, número e grau. Vejamos cada tipo de flexão, separadamente:

Flexão de gênero

Quanto ao gênero, os substantivos podem ser classificados em: masculinos e femininos. Temos por regra que todo substantivo masculino é caracterizado pela desinência “o” e o feminino pela desinência “a”. No entanto, nem todos os substantivos masculinos terminam em “o” (líder, telefonema, amor). Então, podemos definir o substantivo como do gênero masculino se vier anteposto pelo artigo “o”: o gato, o homem, o amor, o líder, o telefonema.

O gênero feminino irá seguir o mesmo raciocínio. São substantivos femininos as palavras que tem anteposição do artigo “a”: a gata, a mulher, a pessoa, a criança.

Há, contudo, uma distinção a ser feita entre: substantivos biformes e uniformes.

Substantivos biformes são os que apresentam uma forma para o masculino e outra para o feminino: menino, menina. Já os substantivos uniformes apresentam uma única forma para o masculino e para o feminino: criança, artista, testemunha.

No entanto, é por intermédio do artigo que classificamos se o substantivo de dois gêneros é masculino ou feminino. Veja:

o estudante (masculino)

a estudante (feminino)

Além disso, é através do artigo que podemos definir o significado do substantivo. Observe:

o cabeça (líder)

a cabeça (parte do corpo)

Flexão de número

Quanto ao número, os substantivos podem ser flexionados em: singular ou plural. O indicativo de um substantivo no plural é a terminação “s”:

Exemplos: o colega > os colegas

a menina > as meninas

Porém, há algumas particularidades no que diz respeito ao plural dos substantivos. Vejamos algumas:

a) No geral, os substantivos terminados em al, el, ol, ul, troca-se o “l” por “is”:

Exemplos: jornal > jornais

papel > papéis

barril > barris

anzol > anzóis

azul > azuis

b) Os substantivos terminados em “r” e “z” são acrescidos de “es” para o plural:

Exemplos: amor > amores

luz > luzes

c) Caso o substantivo terminado em “s” for paroxítono, o plural será invariável. Caso seja oxítono, acrescenta-se “es”:

Exemplos: ônibus > ônibus

país > países

d) Os substantivos terminados em “n” formam o plural em “es” ou “s”:

Exemplos: abdômen > abdômens

pólen > polens

e) Os substantivos terminados em “m” formam o plural em “ens”:

Exemplos: homem > homens

viagem > viagens

f) Os substantivos terminados em “x” são invariáveis no plural:

Exemplos: tórax > tórax

xérox > xérox

g) Os substantivos terminados em “ão” têm três variações para o plural: “ões”, “ães” e “ãos”:

Exemplos: eleição > eleições

pão > pães

cidadão > cidadãos

Flexão de grau

Quanto ao grau, os substantivos podem variar entre aumentativo e diminutivo.

Os graus aumentativo e diminutivo podem ser formados através de dois processos:

a) sintético – acréscimo de sufixos ao grau normal.

Exemplo: amor: amorzinho; amorzão.

b) analítico – o substantivo será modificado por adjetivos que transmitem ideia de aumento ou diminuição:

Exemplo: urso: urso grande; urso pequeno.

Fonte: Norma culta, só linguagem, só português e mundo educação

Algumas curiosidades sobre os substantivos:

Palavras masculinas:

  • ágape (refeição dos primitivos cristãos);
  • anátema (excomungação);
  • axioma (premissa verdadeira);
  • caudal (cachoeira);
  • carcinoma (tumor maligno);
  • champanha, clã, clarinete, contralto, coma, diabete/diabetes (FeM classificam como gênero vacilante);
  • diadema, estratagema, fibroma (tumor benigno);
  • herpes, hosana (hino);
  • jângal (floresta da Índia);
  • lhama, praça (soldado raso);
  • praça (soldado raso);
  • proclama, sabiá, soprano (FeM classificam como gênero vacilante);
  • suéter, tapa (FeM classificam como gênero vacilante);
  • teiró (parte de arma de fogo ou arado);
  • telefonema, trema, vau (trecho raso do rio).

Palavras femininas:

  • abusão (engano);
  • alcíone (ave doa antigos);
  • aluvião, araquã (ave);
  • áspide (reptil peçonhento);
  • baitaca (ave);
  • cataplasma, cal, clâmide (manto grego);
  • cólera (doença);
  • derme, dinamite, entorce, fácies (aspecto);
  • filoxera (inseto e doença);
  • gênese, guriatã (ave);
  • hélice (FeM classificam como gênero vacilante);
  • jaçanã (ave);
  • juriti (tipo de aves);
  • libido, mascote, omoplata, rês, suçuarana (felino);
  • sucuri, tíbia, trama, ubá (canoa);
  • usucapião (FeM classificam como gênero vacilante);
  • xerox (cópia).

Gênero vacilante:

  • acauã (falcão);
  • inambu (ave);
  • laringe, personagem (Ceg. fala que é usada indistintamente nos dois gêneros, mas que há preferência de autores pelo masculino);
  • víspora.

Alguns femininos:

  • abade – abadessa;
  • abegão (feitor) – abegoa;
  • alcaide (antigo governador) – alcaidessa, alcaidina;
  • aldeão – aldeã;
  • anfitrião – anfitrioa, anfitriã;
  • beirão (natural da Beira) – beiroa;
  • besuntão (porcalhão) – besuntona;
  • bonachão – bonachona;
  • bretão – bretoa, bretã;
  • cantador – cantadeira;
  • cantor – cantora, cantadora, cantarina, cantatriz;
  • castelão (dono do castelo) – castelã;
  • catalão – catalã;
  • cavaleiro – cavaleira, amazona;
  • charlatão – charlatã;
  • coimbrão – coimbrã;
  • cônsul – consulesa;
  • comarcão – comarcã;
  • cônego – canonisa;
  • czar – czarina;
  • deus – deusa, déia;
  • diácono (clérigo) – diaconisa;
  • doge (antigo magistrado) – dogesa;
  • druida – druidesa;
  • elefante – elefanta e aliá (Ceilão);
  • embaixador – embaixadora e embaixatriz;
  • ermitão – ermitoa, ermitã;
  • faisão – faisoa (Cegalla), faisã;
  • hortelão (trata da horta) – horteloa;
  • javali – javalina;
  • ladrão – ladra, ladroa, ladrona;
  • felá (camponês) – felaína;
  • flâmine (antigo sacerdote) – flamínica;
  • frade – freira;
  • frei – sóror;
  • gigante – giganta;
  • grou – grua;
  • lebrão – lebre;
  • maestro – maestrina;
  • maganão (malicioso) – magana;
  • melro – mélroa;
  • mocetão – mocetona;
  • oficial – oficiala;
  • padre – madre;
  • papa – papisa;
  • pardal – pardoca, pardaloca, pardaleja;
  • parvo – párvoa;
  • peão – peã, peona;
  • perdigão – perdiz;
  • prior – prioresa, priora;
  • mu ou mulo – mula;
  • rajá – rani;
  • rapaz – rapariga;
  • rascão (desleixado) – rascoa;
  • sandeu – sandia;
  • sintrão – sintrã;
  • sultão – sultana;
  • tabaréu – tabaroa;
  • varão – matrona, mulher;
  • veado – veada;
  • vilão – viloa, vilã.

 

Substantivos em -ÃO e seus plurais:

  • alão – alões, alãos, alães;
  • aldeão – aldeãos, aldeões;
  • capelão – capelães;
  • castelão – castelãos, castelões;
  • cidadão – cidadãos;
  • cortesão – cortesãos;
  • ermitão – ermitões, ermitãos, ermitães;
  • escrivão – escrivães;
  • folião – foliões;
  • hortelão – hortelões, hortelãos;
  • pagão – pagãos;
  • sacristão – sacristães;
  • tabelião – tabeliães;
  • tecelão – tecelões;
  • verão – verãos, verões;
  • vilão – vilões, vilãos;
  • vulcão – vulcões, vulcãos.

 

Alguns substantivos que sofrem metafonia no plural:

abrolho, caroço, corcovo, corvo, coro, despojo, destroço, escolho, esforço, estorvo, forno, forro, fosso, imposto, jogo, miolo, poço, porto, posto, reforço, rogo, socorro, tijolo, toco, torno, torto, troco.

Substantivos só usados no plural:

anais, antolhos, arredores, arras (bens, penhor), calendas (1º dia do mês romano), cãs (cabelos brancos), cócegas, condolências, damas (jogo), endoenças (solenidades religiosas), esponsais (contrato de casamento ou noivado), esposórios (presente de núpcias), exéquias (cerimônias fúnebres), fastos (anais), férias, fezes, manes (almas), matinas (breviário de orações matutinas), núpcias, óculos, olheiras, primícias (começos, prelúdios), pêsames, vísceras, víveres etc., além dos nomes de naipes.

Coletivos:

  • alavão – ovelhas leiteiras;
  • armento – gado grande (búfalos, elefantes);
  • assembléia (parlamentares, membros de associações);
  • atilho – espigas;
  • baixela – utensílios de mesa;
  • banca – de examinadores, advogados;
  • bandeira – garimpeiros, exploradores de minérios;
  • bando – aves, ciganos, crianças, salteadores;
  • boana – peixes miúdos;
  • cabido – cônegos (conselheiros de bispo);
  • cáfila – camelos;
  • cainçalha – cães;
  • cambada – caranguejos, malvados, chaves;
  • cancioneiro – poesias, canções;
  • caterva – desordeiros, vadios;
  • choldra, joldra – assassinos, malfeitores;
  • chusma – populares, criados;
  • conselho – vereadores, diretores, juízes militares;
  • conciliábulo – feiticeiros, conspiradores;
  • concílio – bispos;
  • canzoada – cães;
  • conclave – cardeais;
  • congregação – professores, religiosos;
  • consistório – cardeais;
  • fato – cabras;
  • feixe – capim, lenha;
  • junta – bois, médicos, credores, examinadores;
  • girândola – foguetes, fogos de artifício;
  • grei – gado miúdo, políticos;
  • hemeroteca – jornais, revistas;
  • legião – anjos, soldados, demônios;
  • malta – desordeiros;
  • matula – desordeiros, vagabundos;
  • miríade – estrelas, insetos;
  • nuvem – gafanhotos, pó;
  • panapaná – borboletas migratórias;
  • penca – bananas, chaves;
  • récua – cavalgaduras (bestas de carga);
  • renque – árvores, pessoas ou coisas enfileiradas;
  • réstia – alho, cebola;
  • ror – grande quantidade de coisas;
  • súcia – pessoas desonestas, patifes;
  • talha -lenha;
  • tertúlia – amigos, intelectuais;
  • tropilha – cavalos;
  • vara – porcos.

 

Substantivos compostos:

Os substantivos compostos formam o plural da seguinte maneira:

  • sem hífen formam o plural como os simples (pontapé/pontapés);
  • caso não haja caso específico, verifica-se a variabilidade das palavras que compõem o substantivo para pluralizá-los. São palavras variáveis: substantivo, adjetivo, numeral, pronomes, particípio. São palavras invariáveis: verbo, preposição, advérbio, prefixo;
  • em elementos repetidos, muito parecidos ou onomatopaicos, só o segundo vai para o plural (tico-ticos, tique-taques, corre-corres, pingue-pongues);
  • com elementos ligados por preposição, apenas o primeiro se flexiona (pés-de-moleque);
  • são invariáveis os elementos grão, grã e bel (grão-duques, grã-cruzes, bel-prazeres);
  • só variará o primeiro elemento nos compostos formados por dois substantivos, onde o segundo limita o primeiro elemento, indicando tipo, semelhança ou finalidade deste (sambas-enredo, bananas-maçã)
  • nenhum dos elementos vai para o plural se formado por verbos de sentidos opostos e frases substantivas (os leva-e-traz, os bota-fora, os pisa-mansinho, os bota-abaixo, os louva-a-Deus, os ganha-pouco, os diz-que-me-diz);
  • compostos cujo segundo elemento já está no plural não variam (os troca-tintas, os salta-pocinhas, os espirra-canivetes);
  • palavra guarda, se fizer referência a pessoa varia por ser substantivo. Caso represente o verbo guardar, não pode variar (guardas-noturnos, guarda-chuvas).

 

Complemente seus estudos: Classes de palavras

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