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Diferencial de juros interno e externo, prêmios de risco, fluxo de capitais e seus impactos sobre as taxas de câmbio.

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Diferencial de juros interno e externo, prêmios de risco, fluxo de capitais e seus impactos sobre as taxas de câmbio.

Caso preferir, no vídeo abaixo tem esta postagem em áudio e vídeo

Relação da taxa de câmbio com a taxa de juros:

Juros internos:

Tem uma relação inversa com a taxa de câmbio, ou seja, se os juros interno sobe, a taxa de câmbio desce e caso, os juros interno desce, a taxa de câmbio sobe.

Por que isso acontece?

Vamos considerar que a taxa de juros externa se mantêm constante.

Quando os juros interno sobe:

Quando os juros interno sobe, faz com que os investidores externos invistam seu dinheiro no Brasil, pois os títulos estarão mais atrativos para eles, fazendo com que aconteça uma entrada de capital, aumentando a quantidade de moeda estrangeira no país. O aumento da moeda estrangeira no país, faz com que a taxa de câmbio desce, pois quanto mais moedas estrangeiras no país, faz com que haja a desvalorização da moeda estrangeira e com isso, faz com que o câmbio valorize, ou seja, acontece a valorização da nossa moeda, o Real. Este movimento ajuda o importador, que compra em dólar e paga menos em real.

A valorização do câmbio, acaba ajudando a importação e ocasionando um possível déficit na balança comercial.

↑ Abundância (muita) de moeda estrangeira (dólar) ↓ diminuição do valor do dólar (taxa de câmbio) ↑ valorização do real (valorização cambial) melhor para importação.

Quando os juros interno cai:

Ocorre exatamente o oposto.

Quando os juros interno caem, faz com que os investidores externos retirem seu dinheiro do Brasil, pois os títulos externos estarão mais atrativos para eles, fazendo com que aconteça uma saída de capital, diminuindo a quantidade de moeda estrangeira no país. A diminuição de moeda estrangeira no país, faz com que a taxa de câmbio suba, pois quanto menos moedas estrangeiras no país, faz com que haja a valorização da moeda estrangeira e com isso, faz com que o câmbio desvalorize, ou seja, acontece a desvalorização da nossa moeda, o Real. Este movimento ajuda o exportador, que vende em dólar e recebe mais em real.

A desvalorização do câmbio, acaba ajudando a exportação e ocasionando um possível superávit na balança comercial.

↓ Escassez (Pouca) de moeda estrangeira (dólar) ↑ aumento do valor do dólar (taxa de câmbio) ↓desvalorização do real (desvalorização cambial) Melhor para exportação.

Juros externos

Tem uma relação direta com a taxa de câmbio, ou seja, se os juros externo sobe, a taxa de câmbio também sobe, e se os juros externos desce, a taxa de câmbio desce.

Por que isso acontece?

Vamos considerar que a taxa de juros interna se mantêm constante.

Quando os juros externo sobe:

Quando os juros externo sobem, faz com que os investidores externos retirem seu dinheiro do Brasil, pois os títulos externos estarão mais atrativos para eles, fazendo com que aconteça uma saída de capital, diminuindo a quantidade de moeda estrangeira no país. A diminuição de moeda estrangeira no país, faz com que a taxa de câmbio suba, pois quanto menos moedas estrangeiras no país, faz com que haja a valorização da moeda estrangeira e com isso, faz com que o câmbio desvalorize, ou seja, acontece a desvalorização da nossa moeda, o Real. Este movimento ajuda o exportador, que vende em dólar e recebe mais em real.

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A desvalorização do câmbio, acaba ajudando a exportação e ocasionando um possível superávit na balança comercial.

Quando os juros externo desce:

Quando os juros externos desce, faz com que os investidores externos invistam seu dinheiro no Brasil, pois os títulos estarão mais atrativos para eles, fazendo com que aconteça uma entrada de capital, aumentando a quantidade de moeda estrangeira no país. O aumento da moeda estrangeira no país, faz com que a taxa de câmbio desce, pois quanto mais moedas estrangeiras do país, faz com que haja a desvalorização da moeda estrangeira e com isso, faz com que o câmbio valorize, ou seja, acontece a valorização da nossa moeda, o Real. Este movimento ajuda o importador, que compra em dólar e paga menos em real.

A valorização do câmbio, acaba ajudando a importação e ocasionando um possível déficit na balança comercial.

Resumindo:

Os efeitos são contrários quando se fala de juros internos ou externos:

Quando os juros internos sobem ou juros externos descem tem o mesmo efeito, ou seja:

↑ Abundância (muita) de moeda estrangeira (dólar) ↓ diminuição do valor do dólar (taxa de câmbio) ↑ valorização do real (valorização cambial) melhor para importação.

Quando os juros internos desce ou juros externos sobem tem o mesmo efeito, ou seja:

↓ Escassez (Pouca) de moeda estrangeira (dólar) ↑ aumento do valor do dólar (taxa de câmbio) ↓desvalorização do real (desvalorização cambial) Melhor para exportação.

OBS.: Caso as taxas de juros internos e externos fique algum patamar perigoso o Banco Central pode alterar a taxa Selic para regular esta diferença.

Prêmio de risco:

O investimento com menor risco no mercado é título de curto prazo do governo norte-americano. Isto porque a economia americana é, atualmente, a mais forte do mundo, e o governo possui boa capacidade de pagar a sua dívida. Normalmente são os títulos de curto prazo, pois quanto maior o prazo de vencimento maior será o risco. Então o prêmio de risco é a diferença entre o rendimento de um investimento e o rendimento desses títulos norte-americanos.

Prêmio de Risco = Retorno esperado – Taxa livre de risco

Aqui significa o seguinte, o investidor estrangeiro não levará somente em consideração a taxa de juros para aplicar seu dinheiro no Brasil, ele analisará toda a conjuntura do país para determinar qual é o risco de aplicar aqui. Se o que pode ganhar é muito próximo de uma aplicação segura que ele tenha em seu país, ele não arriscará seu capital, mas se for uma taxa de ganho bem superior e tenderá a arriscar mais.

Vamos a um exemplo:

Vamos supor que os títulos de curto prazo americano estão oferecendo juros de 1% ao ano, e os títulos similares do Brasil estão com juros de 4%.

Prêmio de Risco = Retorno esperado – Taxa livre de risco

Prêmio de Risco = 4% – 1% = 3%

Se as taxas de juros da economia estiverem em fase de ascensão, ou seja, em cenário de alta taxa de juros, fará com que seja mais atrativo investir em títulos pós-fixados.

Agora se as taxas de juros da economia estiverem em fase de declínio, ou seja, em cenário de baixa taxa de juros, fará com que seja mais atrativo investir em títulos pré-fixados.

No próximo vídeo falarei sobre Dinâmica do Mercado: Operações no mercado interbancário.

AVANÇAR para Dinâmica do Mercado: Operações no mercado interbancário.

VOLTAR para Impactos das taxas de câmbio sobre as exportações e importações.

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